sábado, 8 de fevereiro de 2014

Origens Míticas e históricas da Umbanda

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Na Maioria das Religiões é comum sua origem estar repleta de "fatos não objetivos". Relatos milagrosos, heróicos e sem comprovação histórica é a regra. Isto é da Natureza Humana e não estamos aqui para criticar ou desvalorizar nenhum "testemunho" seja ele histórico, objetivo ou subjetivo, místico ou milagroso.
Mas as "Origens da Umbanda" também tem uma diversidade de relatos e versões, todas estas versão são aqui analisadas com o mais alto respeito aos mais velhos, aos guias, Orixás e a Deus.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Corrente Mediúnica - A Diversidade é Nosso Tesouro.

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Somos ao mesmo tempo todos iguais e tão diferentes uns dos outros.
Na Corrente Mediunica somos diferentes, cada um com seus dons, talentos, seus defeitos, manias e desafios.
Somos todos irmãos, somos todos devedores, todos são importantes e úteis, seja você cambono de sustentação, medium incorporante, porteira, pai pequeno, ogã, etc.
Se filho de qual orixá for, não existe ninguém maior ou menor.
O mais Importante para se ter na mente e no coração:
SOMOS DIFERENTES, MAS NOSSAS DIFERENÇAS NÃO NOS FAZ DESIGUAIS.

A corrente Mediunica de Umbanda

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Bater Cabeça - Um por todos- Todos por Um Ideal
Existe uma razão simples para que o ritual (gira ) de umbanda não seja seja um ato de magia isolado como remete o imaginário da magia e do encantamento dos Grandes Magos do Passado.
Nenhum médium por mais dotado de faculdades mediúnicas, magísticas e conhecimento teria mais "força" que um grupo unido, fraterno e focado tal qual o lema dos Mosqueteiros "Um por Todos e Todos por Um".
Mesmo que este grupo seja formado por seres humanos normais, com suas dúvidas, receios, necessidade de reforma íntma do carater e com muita coisa ainda por aprender.
Felizmente somos imperfeitos e necessitamos do irmão (nosso próximo) e do convívio para executar a tarefa de servir a Deus e auxiliar nossos guias e assim redimir faltas anteriores e aparar nosso orgulho, nossa vaidade e vencer as barreiras do egoísmo.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

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Um marco na História da Umbanda no Brasil o 1º Congresso foi um ato Histórico, Social e Espiritual. O Programa do 1.° Congresso Brasileiro do Espiritismo de Umbanda:

a) HISTÓRIA — Investigação histórica em torno das práticas espirituais de Umbanda através da antiga civilização, da da idade média até aos nossos dias, de modo a demonstrar à evidência a sua profunda raiz histórica.
b) FILOSOFIA — Coordenação dos princípios filosóficos em que se apoia o Espiritismo de Umbanda, pelo estudo de sua prática nas mais antigas religiões e filosofias conhecidas, e sua comparação com o que vem sendo realizado no Brasil.
c) DOUTRINA — Uniformização dos princípios doutrinários a serem adotados no Espiritismo de Umbanda, pela seleção dos conceitos e recomendações que se apresentarem como merecedoras de estudo, para o maior esclarecimento dos seus adeptos.
d) RITUAL — Coordenação das várias modalidades de trabalho conhecidas, afim de se proceder á respectiva seleção, e recomendar-se a adoção da que for considerada a melhor delas em todas as tendas de Umbanda.
e) MEDIUNIDAOE — Coordenação das várias modalidades de desenvolvê-la e sua classificação segundo as faculdades e aptidões dos médiuns.
f) CHEFIA ESPIRITUAL — Coordenação de todas as vibrações em torno de Jesus, cuja similitude no Espiritismo de Umbanda é "Oxalá", o seu Chefe Supremo.



Recomendo o Link para o documento histórico http://povodearuanda.files.wordpress.com/2011/01/federac3a7c3a3o-espirita-de-umbanda-primeiro-congresso-brasileiro.pdf

A Magia de Umbanda - por Paula Monteiro

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O livro de Paula Montero traz original e preciosa informação sobre um significativo segmento das terapias alternativas oferecidas aos brasileiros.
Da doença a desordem
constitui rigorosa analise das práticas terapêuticas da Umbanda e da cosmovisão que inspira a sua interpretação etiológica da eclosão de moléstias. Os estudiosos do que se poderia chamar de pluralismo terapêutico usam diversas designações para indicar as

outras terapias, as que não são oficiais e nem consideradas científicas. Assim, expressões como "medicinas alternativas", "terapias marginais", "medicina popular" e "medicina de Folk" sic) empregadas em diferentes contextos sociais. Qualquer destas expressões, inclusive a de "terapias religiosas", pressupõe não apenas o pluralismo terapêutico, mas a existência de um referencial indispensável para a configuração de uma outra medicina: a medicina oficial. Realmente, a constituição e o reconhecimento de uma medicina alternativa não poderiam se estabelecer sem sua lógica alteridade em relação ao sistema da medicina oficial, de seu saber e de sua prática socialmente privilegiados. Face aos característicos da Umbanda, aprofundou a autora as noções de cultura popular, ideologia e relações de poder. Ao estudar a Umbanda opta por uma postura metodológica bem adequada ao feitio das terapias religiosas no Brasil. Não cuidou, nem empírica, nem metodologicamente, de procurar terapias que antropólogos e sociólogos consideram resquícios do rural e do passado, formas de sobrevivência fadadas a desaparecer com o processo de urbanização e desenvolvimento industrial. A hipótese central de seu livro, pelo contrario, refere-se ao surgimento crescente de terapias que se desenvolvem em áreas metropolitanas e em cidades medias, afetando amplas parcelas da população. A elaborada interpretação das

moléstias pela visão umbandista do mundo constitui o universo privilegiado da observação e da rica analise antropológica da autora.



1 O PROCESSO DE DESAGREGAÇÃO DAS TERAPÊUTICAS TRADICIONAIS .............................................................................. 13
II O CAMPO DA SAUDE E O PODER DE CLASSE ....................... 65

1. A prática médica e o atendimento das camadas po-

pulares ............................................................................................ 75

2. A prática médica e a percepção popular da doença ............. 86

3. Medicina mágica e medicina oficial: o conflito de competências 105

III A PERCEPÇÃO POPULAR DA DOENÇA E SUA REIN-

TERPRETAÇÃO RELIGIOSA .................................................... 117

1. Da doença a desordem ............................................................. 118

2. A cura mágica ........................................................................... 129

3. Da fraqueza do corpo a força dos espíritos ......................... 161

IV AS REPRESENTAÇÕES SIMBOLICAS DOS DEUSES E

O PROCESSO DA DEMANDA .................................................. 175

1. O espectro das cores e o jogo das forças: o branco e

o negro ......................................................................................... 180

2. O masculino e o feminino ....................................................... 204

3. O processo da demanda ........................................................... 231

CONCLUSOES ............................................................................... 253

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