quarta-feira, 18 de abril de 2012

Imagens, vídeos, fotos e fatos: Jim Jones, o pastor do diabo e a maior tragédia re...

Reações: 



A Tragédia de Jim Jones, 30 Anos Depois.

Imagens, vídeos, fotos e fatos: Jim Jones, o pastor do diabo e a maior tragédia re...

Reações: 



A Tragédia de Jim Jones, 30 Anos Depois.

quinta-feira, 15 de março de 2012

O verdadeiro local da primeira manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas

Reações: 

Registros de Umbanda <<Blog recomendado


O verdadeiro local da primeira manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas

Embora não seja um consenso entre os umbandistas, a maioria considera o dia 15 de novembro de 1908, data da primeira manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas no médium Zélio Fernandino de Moraes, como sendo a data de fundação da Umbanda.
Embora a menção histórica mais antiga desse fato seja de 1948 (uma foto tirada nesse ano no Centro Espírita Caminheiros da Verdade, na sessão comemorativa dos 40 anos da Umbanda, disponível na página 30 da revista Nossa História de outubro de 2006), os relatos mais popularizados sobre a primeira manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas foram compilados no início da década de 1970, de forma independente, pelos jornalistas Ronaldo Linares e Lília Ribeiro.
Em ambas as histórias, obtidas através de entrevistas com o próprio médium Zélio de Moraes, podemos ler que a primeira manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas, naquele médium, teria ocorrido em uma sessão realizada na federação espírita de niterói, cujo nome verdadeiro era Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro, no dia 15 de novembro de 1908.
Buscando encontrar registros históricos que comprovassem a veracidade do fato relatado por Zélio de Moraes, o médium Márcio Petersen Bamberg, também conhecido como mestre Thashamara, entrou em contato com o Instituto Espírita Bezerra de Menezes, nome atual da antiga Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro, e foi informado que no Livro de Atas nº 1, da federação, não constava nenhuma sessão realizada naquele dia.
Um renomado pesquisador da história umbandista, o médium José Henrique Motta de Oliveira, também conhecido como mestre Arashakamá, chegou a lamentar na página 94 da sua obra “Das Macumbas à Umbanda”, que se o fato realmente tivesse ocorrido, poderia não ter sido na federação de niterói, mas em algum centro espírita filiado a ela, cujo nome teria se perdido ao longo da tradição oral.
Embora ainda não tenha como comprovar com registros históricos, o nome do centro espírita onde teria ocorrido a primeira manifestação do Caboclo das Sete Encruzilhadas não se perdeu: o nome dele é Grupo Espírita Santo Agostinho.
E como cheguei a esse nome? Tentarei resumir a história para vocês.
A primeira ideia veio do próprio médium Márcio Bamberg: naquele mesmo contato com o Instituto Espírita Bezerra de Menezes, ele foi informado que a federação espírita de niterói não possuía sede própria em 15 de novembro de 1908, ocupando uma sala na Rua da Conceição nº 33, no centro de Niterói, então capital do Estado do Rio de Janeiro.
Nas diversas vezes em que eu li essa informação, nunca me chamou a atenção o fato da federação não possuir sede própria. O estalo para isso veio quando eu li o livro “No Mundo dos Espíritos”, de Antônio Eliezer Leal de Souza. Lá, em sua página 368, Leal de Souza nos diz que a Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro era filha do Grupo São João Baptista e  abrigava nas salas de sua sede, além deste grupo, mais dois centros espíritas, isso em 1924. Quando eu li essa informação, pensei na hora: se a federação abrigava centros espíritas em suas dependências em 1924, será que a sala que ela ocupava em 1908 não era uma sala da sede do Grupo São João Baptista, centro que lhe havia dado origem?
Com essa ideia na cabeça, entrei em contato com o próprio Instituto Espírita Bezerra de Menezes, buscando comprovar a veracidade dessa informação do Leal de Souza. Para minha surpresa, descobri que a sala que a federação usava como sede em 1908 não pertencia ao Grupo São João Baptista e, sim, ao Grupo Espírita Santo Agostinho. Nesse mesmo contato, fui informado que ambos, Grupo São João Baptista e Grupo Espírita Santo Agostinho, eram dois dos centros fundadores da Federação Espírita do Estado do Rio de Janeiro, em 30 de junho de 1907, e que dessa data até algum momento da década de 1910, a federação funcionara na sede do Grupo Espírita Santo Agostinho, na Rua da Conceição nº 33, no centro de Niterói, então capital do Estado do Rio de Janeiro.
Assim sendo, quando Zélio foi à Federação Espírita de Niterói, em 15 de novembro de 1908, ele na verdade foi à sede do Grupo Espírita Santo Agostinho, local onde funcionava a federação.
Talvez nunca saibamos qual era a instituição que realizava a sessão naquele dia, mas muito provavelmente não era a federação e sim o Grupo Espírita Santo Agostinho. Por que suponho isso? A dica foi deixada pelo próprio Caboclo das Sete Encuzilhadas (o negrito é meu):
“(…) que na Federação Kardecista do Estado do Rio, presidida por José de Souza, conhecido por Zeca e rodeado de gente velha, homens de cabelos grisalhos, um enviado de Santo Agostinho chamou meu aparelho, me chamou,  para sentar à sua cabeceira. (…)”
(FONTE: Transcriação do áudio da fita 52, gravada pela jornalista Lilia Ribeiro, em novembro de 1971).
Segundo a tradição oral registrada independentemente pelos jornalistas Lilia Ribeiro e Ronaldo Linares, quem convidou o médium Zélio de Moraes a se sentar à mesa foi o senhor José de Souza. Daquele contato do médium Márcio Bamberg com o Instituto Espírita Bezerra de Menezes, que citei bem mais acima, sabemos que o senhor José de Souza não fazia parte dos quadros da federação em 1908. E como o próprio Caboclo das Sete Encuzilhadas nos diz na transcrição aqui acima, o senhor José de Souza era um enviado, um representante de Santo Agostinho. No momento só podemos especular, mas me parece que o Santo Agostinho ao qual o Caboclo se referia não era o santo propriamente dito, mas sim o nome do Grupo Espírita representado pelo senhor José de Souza.
Um grande abraço a todos,

Renato Guimarães.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Lei do Distrito Federal quer se sobrepor a Constituição Federal

Reações: 
Comentários da Notícia.

Agefis interdita terreiro de umbanda e candomblé sem documento no DF

Fiscalização foi acionada por vizinhos por causa de barulho.
Dois terreiros teriam sido interditados por falta de alvará.

A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) interditou um terreiro de umbanda e candomblé (??? seria um mesmo terreiro para duas religiões???) e notificou outro em Planaltina nos últimos dias. Eles não teriam alvará de funcionamento e, segundo o órgão, foram fiscalizados porque vizinhos reclamaram do barulho.
No terreiro de Mãe Noeli de Ossanhi, após duas notificações, os atabaques estão cobertos e não podem ser tocados. O documento entregue pela Agefis diz que o local exerce atividade econômica sem alvará de funcionamento.
A presidente da Central das Religiões de Matriz Africana do DF, Mãe Neuza de Souza, ficou incomodada com a classificação dos templos como locais de atividade econômica. “Não fazem atividade econômica, são filantrópicos”, afirmou.
Segundo a central, existem em Planaltina mais de cem terreiros de candomblé e umbanda e pelo menos dez foram notificados.
A Agefis informou que a lei distrital de licença de funcionamento, de 2009, classifica os templos religiosos como exercício de atividade econômica. Por isso, eles também precisam de alvará de funcionamento.
Terreiros que não apresentarem o documento serão fechados. Pais e mães de santo reclamam da dificuldade para conseguir a documentação. A Administração Regional de Planaltina não estaria mais expedindo o alvará. O administrador diz que o documento só é emitido se for apresentado também o habite-se, que muitos imóveis não têm


Art. 5º, VI, que: É inviolável a liberdade de consciência e de crença, SENDO ASSEGURADO O LIVRE EXERCÍCIO DOS CULTOS RELIGIOSOS e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias; Outro sim o art. Art. 19. prescreve que É vedado à União, aos Estados, ao DISTRITO FEDERAL e aos Municípios:
I - estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvencioná-los, EMBARAÇAR-LHES O FUNCIONAMENTO ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança, ressalvada, na forma da lei, a colaboração de interesse público; A conquista constitucional da liberdade religiosa é verdadeira consagração de maturidade de um povo, sendo verdadeiro desdobramento da liberdade de pensamento e manifestação.
Fica claro e notório que a AGEFIS pretende unicamente embaraçar o funcionamento das casas de matriz africana, como uma forma de perseguição e intolerância. A lei Distrital mencionada pela AGEFIS deve ter sua constitucionalidade declarada urgentemente vez que somente as casas de candomblé estão sendo perseguidas. Noutra esteira as casas de culto afro não exercem atividade econômica, se mantendo por meio de doação de fieis, não devendo por isso serem enquadradas na definição descrita pela AGEFIS.

Fonte: http://glo.bo/AvFhOo

Pesquisar este blog

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
2leep.com

Busca na Web